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Amor Rompido


PALAVRAS RUSSAS EM PORTUGUES

Nyet aos enamorados ou amor rompido.

Maria Glória da Silva

Se você já amou sabe que a lealdade é feita de sim e não. Entretanto, para entender a situação no mais famoso dizer russo transcrevemos да   que lê dah e нет que também se lê nyet, hum também pensou que era americanização a tal nyet é não, mas sim russíssima.

E um, e dois e três: Amor, escreve-se любить, mas lê-se lyubit'. Sabe o que eu quero dizer, e bem simples, enamorados. Casos de amor rompido, depois de ler Machado de Assim, ser ou não ser eis a grande questão na literatura.

Zilhões de coisas acontecem em uma gorad, para quem ainda não sabe essa palavra russa significa cidade, ou city para americanos. Depois de tantas delongas e nesse lugar que mora uma zhyenshchina em um chyelavek, ou seja, como no jardim do edem uma mulher e um homem.

Em um belo dia os dois sairam pra passear. No coreto da praça, sentou-se ela a pensar e enquanto isso ele quis saber, mas os pensamentos são amantes da ociosiade e por isso que ele nada sabe fazer. Assim, e que é para os russos o dumat', que ela fazia, nunca deve ser separado do que o seu amado gostaria de entender, portanto, znat' precisar estar de olho no dyelat' para ser feliz.

Então para que as chas do chafariz, ao deixarem caírem suas gotas não molhem pensamentos soltos, e que uma kharoshij deve ser dada aos amantes apaixonados.

Sendo russo ou não sempre duas palavrinhas tem resultado magicos: Izvinitye e Spasiba, já descobriam, pois são elas: Obrigado! e Desculpa-me.

Em se tratando de coração pode ser de dois amantes russos, o que fica sempre é o любить, com sua porção de да ou hет para que então quebrar o encanto com dúvidas machadianas em que apenas sofisticam, com um terceiro elemento: o medo.

Significado dulcíssimo


0- dulcíssimo significa: Tendo o gosto do açúcar ou de uma substância contendo ou semelhante a açúcar, como mel ou sacarina
3- dulcíssimo significa: Tendo um temperamento agradável; lovable: uma criança doce
4- dulcíssimo significa: Tipo; graciosa: Ele era doce dele para ajudar
5- dulcíssimo significa: Aromático, perfumado: um perfume doce
6- dulcíssimo significa: Não salina ou salgado: água doce, manteiga doce
7- dulcíssimo significa: Não estragado, azedo, ou em decomposição; doce: doce de leite
8- dulcíssimo significa: Livre de ácido ou acidez: solo sweet
9- dulcíssimo significa: Com baixo teor de enxofre: óleo combustível doce
10- dulcíssimo significa: Music Of, relativos a, ou ser uma forma de jazz caracterizado pela adesão a uma linha melódica e uma assinatura de tempo.

Li e Gostei Depoimentos


Certo dia, li que ‘feliz é o homem que chega em casa com as mãos abanando, e recebe um abraço da mesma maneira’. Meu pai tinha o hábito de sempre nos trazer guloseimas no final do dia, mas nunca fiz isso. Uma noite, quando vi minha caçula correndo para me receber com um abraço percebi que estava de mãos vazias e lembrei-me do que havia lido. Quando estávamos no sofá, comentei com ela o que senti. Do alto dos seus seis anos, ela respondeu como gente grande: ‘Papai, você pode chegar a qualquer hora com as mãos vazias. Pra nós o mais importante é você’.”
Charlles Nunes, 34 anos, Angra dos Reis (RJ)
Eu havia lido uma entrevista em que a Cat Power dizia que conhecia pouco a música brasileira. Quando soube disso resolvi dar de presente a ela cinco cds de artistas nacionais (Caetano, Cazuza, Chico Buarque, Elis Regina e Maria Bethânia) durante o show da Virada Cultural, em Jundiaí, no ano passado. Parecia impossível entregar o meu presente para a “melhor voz do mundo” em meio à multidão que se formou em frente ao palco quando a apresentação chegou ao fim. Mas ela me viu, pegou o meu presente, ouviu as minhas declarações, disse “Oh! Thank you” 4 vezes e colocou uma flor na minha mão!
Fernanda Fadel, 24 anos, Jundiaí (SP
Minha madrinha e eu éramos muito unidas. Ela, ao saber que seria internada, veio se despedir de mim. Disse-me que eu era a pessoa mais especial para ela e o quanto me amava. Felizmente, pude retribuir sua declaração, mas de um jeito diferente: estando ao seu lado e a tratando com todo o amor e carinho que ela merecia em seus últimos dias de vida. Hoje, quando me lembro dela, me lembro das suas palavras e sei que foram elas que me motivaram a seguir em frente sem a pessoa que tanto amei.
Amanda Gonçalves, 18 anos, São Vicente (SP)

Revelações de familia in Album


Álbum de família



Texto: Roberta Faria

A vida de meu pai pode ser contada por seus álbuns de fotos. São 65 anos de retratos amarelados, que acompanham seus primeiros passos, as brincadeiras de criança, a formatura na faculdade, o nascimento dos filhos, as grandes viagens.
Minha infância e juventude também estão em álbuns de capa dura cafona e papel-filme colante, em fotos coloridas de todos os aniversários.
Minha filha, quando estiver na minha idade, ou na do meu pai, não terá a mesma memória. Não porque não tenha tirado fotos: há milhares delas. Mas quase nunca elas viraram papel. Estão guardadas em computadores, sites, celulares.
Fruto da era digital, o hábito de não imprimir mais fotos e colecioná-las em álbuns mudou até a economia: velhas grandes empresas, como Kodak e Polaroid, estão deixando de produzir máquinas, filmes e papel fotográfico.

A extinção próxima inspira movimentos como o www.polanoid.net, de fãs da máquina que revela na hora a foto batida. O site reúne instantâneos de todo tipo, do mundo inteiro, como um imenso e lindo álbum de fotos coletivo. Seja na tela, seja no papel, arquivar as imagens preserva a nossa história.
Descobrir quem é aquele com o corte de cabelo bizarro, perceber quanto você é parecido com sua tia-avó, rir das modas passadas e nos lembrar das pessoas que amamos e esquecemos são saudades que só um álbum revela.

Click solidário


_Quem pode? Todo internauta.
_Onde? Em lugares como www.cancerdemama.com.br, onde você ajuda mulheres
a combater o câncer. Em www.cliquealimentos.com.br, você dá 1 quilo de alimento
à cidade que escolher, e no encurtador de links virou.gr, você doa comida à Cruz
Vermelha. Ao brincar no endereço www.construindoinfancia.com.br, você doa a uma
ONG que ajuda crianças e famílias carentes. Com o www.clickarvore.com.br, a ajuda
vai para o reflorestamento da mata Atlântica, e no www.cliquesemiarido.org.br, você
manda água para o sertão nordestino.
_Funciona? Parece que sim. Mas há quem diga que isso é mais assistencialismo
que ativismo. Encher a página de cliques quase nunca significa aumentar a quantidade
doada. Normalmente, as metas de doação são fixadas antes dos cliques.

Curtir e eu vou
_Quem pode? Todos que participam de redes sociais como Facebook, Orkut ou Twitter.
Mas prepare-se para pintar a cara, tomar chuva e caminhar na rua.
_Onde? Sua cidade deve ter movimentos estudantis, de trabalhadores e militantes que
promovem manifestações. Procure por temas com os quais você se identifica no Google
e no Facebook, ou siga pessoas relacionadas a essas ideias no Twitter.
_Funciona? Isoladamente, não. Mas, em coro, esses manifestos já conseguiram divulgar
o preconceito da deputada estadual Myrian Rios, eliminar as peles de animais das lojas
Arezzo e movimentar multidões contra os regimes autoritários no Oriente Médio. Espalhar
informações é uma forma de ativismo. O que não dá é para confirmar presença de mentira
em eventos. O número irreal frustra os participantes de verdade.

Abaixo-assinado
_Quem pode? Qualquer um cria
ou assina as opções da internet.
_Onde? Sites como o avaaz.org oferecem muitas causas, que pedem desde o fim
da guerra no Sudão até o impedimento da usina hidrelétrica de Belomonte. No sites
peticaopublica.com.br e abaixoassinado.org, qualquer um pode criar, divulgar e controlar uma lista. A responsabilidade é de quem propõe o documento.
_Funciona? Às vezes. A mudança do sentido ou nome de uma rua já deu certo, e, em São Paulo, uma delegacia contra maus tratos a animais foi oficializada por um abaixo-assinado, site e cause no Facebook. Mas, para que uma ideia vire projeto de lei de iniciativa popular, é preciso que 1%  dos eleitores assine fisicamente uma petição e reconheça firma em cartório eleitoral. Assinar  documentos é fácil, mas, para haver mudanças, é preciso acompanhar todo o processo.

C U I D A R


Será que uma iniciativa virtual faz diferença na realidade? Nossa repórter se tornou uma ativista digital e descobriu, nos bastidores do engajamento on-line, o que funciona de verdade.
Texto: Jaqueline Li
Centenas de possibilidades a um clique: alimentar crianças na África ou deixar as baleias de Abrolhos namorar em paz, ajudar mulheres com câncer de mama ou lutar contra a corrupção. Muito se diz sobre o poder da internet para mobilizar, engajar e agrupar pessoas em prol de uma causa.
Só neste ano, com o apoio e a pressão das redes sociais, vimos nações se livrar de ditaduras na Primavera Árabe, pessoas condenar ações de grandes empresas e políticos assumir suas faltas.
Tudo disponível on-line para quem quiser apoiar, ler, comentar e compartilhar, sem sair de casa. Mas será que a rede de computadores é mesmo capaz de transformar a realidade?
Curiosa para descobrir até onde vai uma ação que começa no mundo virtual, aceitei o desafio de acompanhar, curtir e participar de movimentos por algumas causas que surgiram em minha tela. Por três semanas, eu virei uma ativista digital.
Pelo Facebook, a rede social que compartilha informações entre amigos, eu sempre fico sabendo de ações como marchas e festas em torno de alguma causa. Se ninguém me convida, vejo uma hora ou outra que um amigo confirmou presença. O mais difícil é filtrar tanta informação, escolher as causas que realmente têm a ver com o que acredito – e não os mais populares.
Pesquisando sobre isso, eu descobri que muita gente cai no slacktivism (o ativismo de mentirinha), que não tem impacto nenhum na sociedade, mas faz com que o sujeito aparentemente se sinta bem. É uma forma de aliviar a consciência e mostrar aos outros que você faz algo. Ciente desse perigo, comecei os trabalhos.
Apoie essa causa
Ao entrar na vida de ativista, eu descobri que estava agindo para transformar a realidade toda vez que compartilho um texto, uma ideia ou as informações que considero relevantes. Mas, para ir mais longe, fui pondo meu nome em nove abaixo-assinados que achei interessantes, como um que pedia o veto da presidente Dilma ao novo código florestal, outro que faria com que o Saci Pererê tivesse uma data nacional em sua homenagem e na lista que exige que a polícia dinamarquesa não condene quatro integrantes do Greenpeace presos em uma manifestação pacífica.

Soube que algumas plataformas de sites de abaixo-assinados não fazem restrições à criação de listas. Há uma quantidade incontável de petições online produzidas diariamente, sem nenhuma moderação. A meta de assinaturas também muda constantemente – pode ser de 100, 100 mil ou 1 milhão. Além de isso parecer não ter fim, é muito fácil assinar nomes falsos ou multiplicar sua contribuição alterando um sobrenome ou alguma letra. Nenhum documento legal é necessário para provar a identidade – basta o e-mail, às vezes o número do CEP ou do telefone.

Minha maior dúvida era saber se esses documentos têm alguma utilidade prática. Foi aí que descobri que abaixo-assinados são apenas manifestações da opinião pública. A quem, de fato, se destinam, é apenas outra maneira de chamar atenção. No gabinete da Presidência da República, por exemplo, não faz muita diferença um documento chegar com só dez ou 250 mil assinaturas, porque fatalmente ele será engolido pela burocracia federal. Em geral, o autor das petições on-line não sabe quão popular será sua causa nem o que fará com as assinaturas. Assinei a causa que defende a ideia de que os professores da rede pública tenham o mesmo índice de reajuste salarial que os parlamentares, mas, quando fui atrás do organizador e dos políticos envolvidos, percebi que ninguém tinha noção de que a marca de mais de 166 mil assinaturas já havia sido atingida.
Ainda assim, algumas petições on-line têm destino mais prático. As assinaturas recolhidas contra o fechamento do Cine Belas Artes, em São Paulo, tornaram-se um dos documentos mais importantes para o processo de tombamento do local como um patrimônio imaterial. E a Lei Ficha Limpa, uma ideia que virou projeto de lei de iniciativa popular, só surgiu por causa de 1,6 milhão de assinaturas físicas e mais de 2 milhões de virtuais –para que o abaixo-assinado tenha essa força, é necessário que 1% do eleitorado assine fisicamente uma petição, com firma reconhecida em cartório eleitoral.
O que senti é que parece haver certo descompasso entre se mostrar disposto à mudança e estar pronto para levá-la a cabo. Das causas às quais assinei meu nome, não consegui resposta positiva sobre o destino de nenhuma delas. Muitas estão abertas até agora, e é possível que sigam assim ainda por muito tempo.
Ajude com seu clique
Além das listas, usei o mouse em sites que revertem cliques em doações de coisas palpáveis para organizações não governamentais, como comida e mamografias. São sites como o clickarvore.com.br, da ONG S.O.S. Mata Atlântica, que se propõe a reflorestar várias regiões do Brasil, sem cobrar nada do internauta (veja mais no quadro abaixo). Na maioria das vezes, os sites não exigem dados pessoais, e parecem uma forma fácil de ajudar – mas, como descobri, não funcionam como um passe de mágica.
As empresas que bancam as doações fazem isso em troca de mais visibilidade na rede – cada vez que alguém clica para ajudar é obrigado a ver a marca. Ou seja, é uma maneira diferente de fazer permuta em troca de publicidade, mas com o intuito de resolver alguns problemas
pontuais. O que pode funcionar. É assim que o Instituto Neo Mama, de Santos, no litoral de São Paulo, oferece em média 45 mamografias gratuitas por mês a mulheres carentes.
Empolgada, cliquei várias vezes no link. Porém, soube depois que não faz diferença se naquele mês o instituto recebeu só os meus ou 250 cliques: os patrocinadores disponibilizam um número fixo de mamografias por mês. Claro que a nossa participação facilita que as parcerias sejam firmadas, mas não é a quantidade de cliques que faz a quantidade real de doações.

Você curtiu isso.
Minha última frente como ativista digital foram os movimentos voluntários. São as marchas ou protestos que, divulgados na internet, angariam adeptos que vão para a rua mostrar sua opinião. Acompanhei algumas dessas ações e percebi que as pessoas estão acostumadas a curtir e a dizer sim para tudo, mesmo que estejam a quilômetros do lugar onde vai acontecer a manifestação. Nas três marchas a que fui na Avenida Paulista, em São Paulo, o número de pessoas que confirmaram comigo a presença via Facebook não tinha nada a ver com a quantidade que apareceu lá em carne e osso.
Na primeira manifestação, em um sábado chuvoso, esperava cerca de 400 pessoas em defesa da floresta Amazônica. Encontrei quase o dobro. No domingo, no protesto por um Estado laico, 19 mil manifestantes disseram que estariam lá, mas eu só vi uns 30. Na marcha pela educação, cerca de 700 pessoas confirmaram a participação, mas havia pouco mais de 100 militantes nas ruas. Em outras cidades, eu percebi pelos comentários que isso também é comum.
Um exemplo é o caso Tonho Crocco, nome do músico e deputado estadual gaúcho que compôs um rap com o nome dos 36 parlamentares que aprovaram o aumento de 73% em seus salários. A música rendeu mais de 180 mil visualizações na web, e o cantor foi processado por ferir a honra dos deputados. Por semanas, os ativistas se movimentaram na rede e conseguiram arquivar o processo contra o compositor. Então, no dia em que aconteceria a audiência, uma manifestação foi agendada em Porto Alegre e, pelo Facebook, 15 mil pessoas confirmaram presença. O que se lê na página é a frustração de quem apareceu achando que encontraria uma festa e viu pouca coisa.
Conecte-se e compartilhe
Nas minhas semanas de ativista, eu percebi que a internet cumpre bem seu papel de difundir ideias sem filtros nem hierarquias. Conversando com Massimo di Felice, especialista em teoria da opinião pública da Universidade de São Paulo, soube que estamos presenciando uma nova forma de construção coletiva em que tudo e todos estão mais inteligentes e informados. A rede é a arma dos fracos, de quem nunca teve voz. Nela, todos têm o mesmo poder comunicativo e a informação não é retida por um expert. Isso não têm antecedentes na história. Para ele, a internet inaugura um novo nível de democracia, que deixa de ser opinativa e passa a ser colaborativa.
É verdade que a rede tem esse poder magnífico de encurtar distâncias e pôr as pessoas em grupos de debate e troca de informação. Gente de todos os níveis culturais e lugares se unem e, rapidamente, sabem o que acontece no mundo. Com isso, podem decidir vestir uma camisa ou propor mudanças. Mas, para que as transformações cheguem à vida real, elas precisam ter a ver com a minha realidade e me dizer alguma coisa. Mudanças locais são o que de melhor a internet pode fazer. A rede permite conexão com outras experiências globais que podem ser adaptadas à nossa realidade. Se tivermos de esperar que uma assinatura ou uma marcha virem uma ação, vai levar mais tempo. O ativismo virtual funciona, dependendo da causa, de quem está envolvido e de quão simples é a proposta de transformação. E, principalmente, “de quanto se leva ela a sério, para além de só curtir.”

A MAGIA NATALINA

Simbologia Natalina
Desde a sua origem, o Natal é carregado de magia.
Gritos, cantigas, forma rudimentar do culto, um rito de cunho teatral, o drama litúrgico ou religioso medieval ganha modificações no decorrer dos séculos.
Dos templos, a teatralização ganha praças, largos, ruas e vielas, carros ambulantes, autos sacramentais e natalinos.
Os dignatários da Igreja promoviam espetáculos.
Na evolução da história está a compreensão de todos os símbolos de Natal
Árvore - Representa a vida renovada, o nascimento de Jesus. O pinheiro foi escolhido por suas folhas sempre verdes, cheias de vida. Essa tradição surgiu na Alemanha, no século 16. As famílias germânicas enfeitavam suas árvores com papel colorido, frutas e doces. Somente no século 19, com a vinda dos imigrantes à América, é que o costume espalhou-se pelo mundo.
Presentes - Simbolizam as ofertas dos três reis magos. Hábito anterior ao nascimento de Cristo. Os romanos celebrava a Saturnália em 17 de dezembro com troca de presentes. O Ano Novo romano tinha distribuição de mimos para crianças pobres.
Velas - Representam a boa vontade. No passado europeu, apareciam nas janelas, indicando que os moradores estavam receptivos.
Estrelas - No topo do pinheiro, representa a esperança dos reis-magos em encontrar o filho de Deus. A estrela guia os orientou até o estábulo onde nasceu Jesus.
Cartões - Surgiram na Inglaterra em 1843, criados por John C. Horsley que o deu a Henry Cole, amigo que sugeriu fazer cartas rápidas para felicitar conjuntamente os familiares.
Comidas Típicas - O simbolismo que o alimento tem na mesa vem das sociedades antigas que passavam fome e encontravam na carne, o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.
Presépio - Reproduz o nascimento de Jesus. O primeiro a armar um presépio foi São Francisco do Assis, em 1223. As ordens religiosas se incumbiram de divulgar o presépio, a aristocracia investiu em montagens grandiosas e o povo assumiu a tarefa de continuar com o ritual.